RELATÓRIO DA EXPOSIÇÃO “CRIME EM PORTUGAL”
Data da exposição: 16/03/2010
Horário: 8:30 h – 13:30 h
Local: Escola Secundária Alfredo da Silva (sala C-305)
Objectivo: realizar mais uma actividade de divulgação e prevenção para o público da nossa escola, sobre a criminalidade em Portugal
Preparação/Descrição da actividade:
Decidimos, mais uma vez, realizar uma actividade de divulgação e prevenção para o público da nossa escola. Desta vez, no entanto, focámo-nos nos alunos dos quintos e sextos anos. Optámos, pois, por realizar uma exposição, que fosse não só informativa, como divertida e estimulante. Voltámos a contactar a PSP e o Museu da Polícia Judiciária, com quem anteriormente já havíamos colaborado, e solicitámos algum material que pudessem disponibilizar para a concretização da exposição. Do Museu da Polícia Judiciária, a resposta foi, infelizmente, negativa, tendo sido apenas possível o envio de alguns panfletos. Da PSP do Barreiro, por outro lado, contámos com o uniforme de um polícia e três deles, a acompanhá-lo.
Foi, então, que, preocupados com a falta de material para entreter os alunos, resolvemos também pedir aos Professores de Física e Química algum material de laboratório (que se inseriria no espaço dedicado à investigação de crimes). Comprámos corantes e colorimos água, de forma a parecer sangue. Encontrámos, para nosso grande alívio, um site que faz retratos-robô, que ajudou a suprimir alguma escassez e alegrou os alunos, quando foi a vez deles de fazerem o retrato-robô da professora.
Especificamente, a exposição estava dividida em 3 partes – tal como todo o nosso projecto, aliás: crimes cometidos, crimes em investigação e em julgamento. Cada uma contava com a intervenção de um de nós e uma série de cartolinas para auxiliar ao entendimento. Como esta exposição foi destinada a alunos de uma faixa etária inferior ao costume, integrámos um pequeno jogo, ao melhor estilo “Cluedo”, onde, respondendo acertadamente a uma pergunta, os alunos iam recebendo pistas. No fim, o mistério “Quem matou o Sr. Alforreca?” foi desvendado.
Na exposição, falámos ainda da APAV, como não poderia deixar de ser, e, no fim, como brinde, distribuímos chupa-chupas.
Avaliação:
Na nossa opinião, a exposição não poderia ter corrido melhor. Chegámos a falar sobre a possibilidade de repetirmos a experiência e, caso ainda tivéssemos tempo, decerto o faríamos. Foi muito gratificante, na medida em que sentimos que toda a informação, sempre útil, foi transmitida de uma forma engraçada para os alunos presentes.
A equipa















