O nosso trabalho é sobre crime, e como tal não nos podemos esquecer das vítimas. Porque queremos que este seja um vector importante do nosso trabalho, temos procurado entrar em contacto com a APAV, a principal organização de defesa dos seus direitos no nosso país, e desenvolver este assunto. Como queremos que também os nossos colegas se sintam sensibilizados com esta temática (e porque, já que temos vindo a pedir a sua contribuição com alguma frequência, queremos que saibam para o que estão a contribuir) resolvemos organizar uma pequena palestra, onde duas representantes (a Dra. Rosa Castro e a Dra. Dora Ramos) falaram connosco e com os nosso colegas sobre o trabalho desenvolvido pela APAV, a criação e evolução da instituição e o perfil das vítimas que recebem, que se realizou no dia 16 de Março, pelas 10:30.
Foram-nos também relembradas uma série de medidas de prevenção, essenciais para evitar que nos tornemos nós próprios vítimas. Seguiu-se um esclarecimento de dúvidas e uma pequena discussão sobre violência no namoro, uma questão que pode vir a potenciar a violência doméstica, o crime do qual a APAV recebe mais vítimas, e o qual, consequentemente, importa discutir e combater.
Deixamo-vos então, com alguns dos pontos focados na palesta.
O tipo de vítimas que a APAV mais recebe:
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88% são mulheres;
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32,6% entre os 26 e os 45 anos;
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44% casadas;
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7,8% com o ensino superior;
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23,8% residentes no distrito de Lisboa, 11,9% no do Porto e 9,5% no de Faro.
Processos da APAV em 2009
As medidas de prevenção podem ser encontradas aqui.
O relatório completo da actividade, está, como sempre, na página “EVENTOS“.







Só um reparo, a violência no namoro é, segundo disseram as palestrantes, considerada violênca doméstica.
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(estão a ver as belas horas a que terminei a avaliação de AP? Prof. sofre…